quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Google Buzz - Um tiro no escuro?
O Luiz Gustavo Menegatti, estudante de publicidade da UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro-Oeste - PR), faculdade a qual comecei minha vida publicitária, enviou um texto muito bom sobre o Google Buzz, fazendo uma análise sobre a ferramenta e o porque ela está sendo considerada por alguns um tiro no escuro.
O texto segue abaixo. Boa leitura!
O mais recente lançamento do Google não emplacou. Um serviço que veio com o propósito de integrar as mídias sociais (inclusive o twitter, que pelo estilo de ferramenta é praticamente um concorrente direto) por meio de sua conta no site, talvez tenha cometido seu maior erro exatamente neste ponto, pois ao desenvolver um aplicativo com essa função, não agrega nada de novo, o que, por conseguinte, não atrai o interesse do público.O Google Buzz deveria ter um diferencial realmente considerável, para poder oferecer essa integração em um segundo plano, sendo esta principal função um atrativo maior para o público.
Parece que a ideia de recriar o conceito de e-mail proposta pelo Google, não foi vista como algo muito vantajoso pelos usuários, que não vêem necessidade de dar tanta atenção a uma conta do gmail, pois isso não trará um bônus relevante para eles.
Outro fato que irritou muitos usuários pelo mundo, e já devidamente corrigido, foi o de que, todos seus contatos de e-mail, que você interage com maior frequência, são adicionados automaticamente como contatos do Buzz, e a lista é pública por padrão, tornando os endereços do usuário algo de fácil acesso para quem quiser ver.
A verdade é que, em meio a tanta funcionalidade, os usuários não conseguiram encontrar a real função do Buzz, e de que vale uma ferramenta que oferece exatamente as mesmas coisas que as outras já estabelecidas? Acho que até mesmo o comodismo e o fato do usuário já estar adaptado ao twitter por exemplo foram relevantes na não aceitação do aplicativo.
Mas o Google Buzz não é um total desastre, o fato de ser acessada do seu email, dá ao usuário a condição de acessá-lo do trabalho por exemplo, onde o acesso à redes sociais não é permitido, em muitos casos. E, por outro lado, o fato de o usuário poder acessar outras redes como o Twitter e o Facebook pela sua conta no gmail, facilita o acesso e a organização mais rápida de suas contas, porém, como já disse, ninguém viu muita vantagem nisso, ou simplesmente não se adaptaram a essa novidade.
É claro que o Buzz tem seus aspectos positivos, mas por esta falta de interesse ou pelo simples fato de poucas pessoas precisarem e estarem dispostas a lidar com uma ferramenta como essa, ele pode levar algum tempo para cair no gosto do público, ou por fim acabar sendo mais uma boa ideia que não foi bem aplicada, como aconteceu com o Wave.
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Luiz Gustavo Menegatti é estudante de Publicidade e Propaganda pela UNICENTRO e trainee na i9 Comunicação Integrada, em Guarapuava/PR.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Construindo sua marca - Parte 2 | O consumidor fiel existe?
O segundo post da série "Construindo sua marca" trata de um tema extremamente delicado e que é aberto para milhares de interpretações. O intuito dessa publicação é nos fazer pensar sobre essa discussão lendária que vem se perpetuando cada vez mais e causando polêmica no decorrer dos anos: O consumidor é realmente fiel à marca? Se for, como fazer essa fidelização?
Bom, temos provas e cases que deram certo e errado para ambas interpretações.
Cases como do McDonalds nos fazem realmente acreditar que a fidelização é possível. É uma das marcas que ao longo do tempo caiu no gosto das pessoas e chegou a nivel de idolatria. Mas, há um longo caminho para trilhar entre a liderança de mercado e a fidelização.
O que nos prova são outros cases, como do ICQ, que era amado por consumidores, mas perdeu um espaço enorme e praticamente foi apagado do mercado.
A questão é: Qual é a limiar entre isso tudo? O que torna a marca tão importante para o consumidor?
Necessidade? Serviço de qualidade? Talvez, mas o fator principal é a afinidade entre o produto ou serviço e o consumidor. E para isso há diferentes níveis.
Geralmente percebemos que empresas que oferecem prestação de serviço não conseguem atingir tal nível. Os serviços prestados envolvem muito mais variáveis do que um produto. Publicidade, qualidade, comunicação, atendimento, afinidade, acessibilidade, entre outros quesitos estão sendo julgados a cada momento e basta alguns clientes insatisfeitos para isso se alastrar e se tornar um problema muito maior.
Mas, o que faz o McDonalds ser tão desejado no mundo todo? Com certeza, os lanches servidos não são os melhores, o atendimento é bom, mas longe da perfeição, a comida é altamente calórica e é grande responsável pela obesidade americana. Mas, então, por que o McDonalds é tão especial?
No fundo, nós sabemos. E, podemos nos surpreender com a simplicidade da resposta.
O McDonalds é uma das primeiras empresas do mundo que foi criada e se manteve baseada no que o consumidor quer e não no que achamos que eles querem. Por que saímos felizes do McDonalds mesmo sabendo que faz mal, que vamos engordar, e que provavelmente nossas veias já estão começando a entupir? Porque eles nos fornecem exatamente o que queremos, e isso nos deixa feliz.
O McDonalds é uma das primeiras empresas do mundo que foi criada e se manteve baseada no que o consumidor quer e não no que achamos que eles querem. Por que saímos felizes do McDonalds mesmo sabendo que faz mal, que vamos engordar, e que provavelmente nossas veias já estão começando a entupir? Porque eles nos fornecem exatamente o que queremos, e isso nos deixa feliz.
E você acha que não? Apesar de todo esse papo de produtos verdes, a maioria das pessoas não liga para isso. Até acham legal e bonito o papo, mas na realidade não é o que querem consumir.
Hoje em dia, os valores das coisas estão muito distorcidos. Muitas marcas tem a pretensão de achar que sabem o que necessitamos, mas não nos ouvem. Esse foi o erro do ICQ.
Hoje em dia, os valores das coisas estão muito distorcidos. Muitas marcas tem a pretensão de achar que sabem o que necessitamos, mas não nos ouvem. Esse foi o erro do ICQ.
Outro tema é a tal da sustentabilidade. Falar que é sustentável para querer mostrar que se preocupa com o meio ambiente não cola mais. Dizer que "no nosso aniversário, quem ganha é você" muito menos. Tudo isso só indica um caminho: Ouça mais!
Se você vai conseguir fidelizar seu consumidor, eu não sei. Mas, se começar a ouvir mais e tentar impor menos, com certeza vai ganhar seu consumidor. Publicidade é, acima de tudo, sedução. E, da mesma maneira que não pode forçar alguém a se casar com você, não pode forçar alguém a gostar da sua marca. Pense nisso!
Steve Pereira - Autor do Rei da Mídia e Sócio-Diretor na agência Sociall.
Steve Pereira - Autor do Rei da Mídia e Sócio-Diretor na agência Sociall.
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Como será o futuro do e-commerce e do digital shopping?
Começo esse post, pedindo desculpas pela falta de atualização do blog, que ultimamente está ocorrendo mais frequentemente. Sei que é frustrante acessarmos um blog que gostamos e nos depararmos com o mesmo conteúdo da última visita. Ainda estou tentando estruturar o blog da melhor maneira e fechar parcerias para melhorar todos os pontos.
Mas, voltando ao assunto do post: e-commerce e digital shopping. Primeiro temos que definir os dois conceitos.
"E-commerce, ou comércio eletrônico, é a compra e venda de bens e serviços utilizando as tecnologias de informação como a Internet. Existe o Business-to-Business (B2B) transações eletrônicas entre parceiros de negócio e existe o Business-to-Consumer (B2C) - que consiste na venda direta ao consumidor final". (Marknet).
Já, o Digital Shopping é ligada a intermediação do e-commerce, ou seja, o processo de amostragem de produtos que estão disponíveis nos meios digitais para compra. As empresas de Digital Shopping trabalham com comissões e venda de espaços, mas não se envolvem diretamente na venda.
Ferramentas e veículos clássicos de e-commerce já estão se adaptando a novos tipos de compradores online. O fato é que com a ascenção das mídias sociais, e a mudança que elas provocaram na forma de consumir e pensar internet, influenciou e continua influenciando o setor de varejo online.
As mídias sociais tem um poder extremamente grande que dispertou no novo consumidor a busca por informações cada vez mais detalhadas. Hoje é comum buscar referência em fóruns, resenhas, blogs, twitters ou seja lá o que for antes de comprarmos, e muitas vezes é feito quase que um pós-venda online.
Essa busca por informações deixa o consumidor mais preparado para comprar online, mas quando tem alguém auxiliando a compra. Pois, essa gama de conteúdo o deixa confuso e vulnerável muitas vezes. É tanta coisa que pode acabar confundindo a cabeça do potencial comprador.
Esse é o ponto que quero chegar: CONFIANÇA.
Nesse momento de indecisão e vulnerabilidade é que a marca que deseja oferecer um serviço ou produto deve agir. Mas, agir de maneira a ajudar o consumidor, aconselhá-lo e orientá-lo a fazer uma boa compra. É ganhando a confiança do consumidor que as marcas vão conseguir melhorar suas vendas.
O e-commerce antigamente era como uma grande feira, onde cada um gritava seu preço e tentava a todo custo "empurrar" seu produto para o consumidor, e assim aumentar seu lucro.
Felizmente, esse pensamento está morrendo e a estrutura está mudando.
SACs via twitter, vendedores online e estratégias que buscam a aproximação com o consumidor estão ditando os novos rumos desse mundo varejista e digital.
Essa aproximação também está acontecendo no aprimoramento das ferramentas de e-commerce e digital shopping. O BuscaPé,o Terra Ofertas e a NetShoes são três tipos de negócios diferentes ligados a essa atividade. Cada um na sua área, está desenvolvendo e melhorando suas estratégias de conversação e interação com o usuário. Essa interação é o que o consumidor busca antes de efetuar uma compra.
O BuscaPé tem um plugin que facilita a vida de quem está comparadando preços ou até mesmo quando está simplesmente visualizando uma oferta na internet.
O Terra Ofertas possibilita criar lista de desejos e algumas opções para aproximar o comprador do Terra Ofertas, mas também de seus amigos e família. Funciona verdadeiramente como um digital shopping.
A NetShoes trabalha com SAC via twitter que funciona muito bem, tira dúvidas, faz alerta sobre ofertas e resolve alguns problemas rapidamente e sem disparar milhares de mensagens.
Trata-se de três estratégias diferentes, e as três parecem estar dando certo. E é essa diferença, essa personalização de serviço, que está ditando os novos rumos do e-commerce e digital shopping.
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domingo, 7 de março de 2010
Construindo sua marca – Parte 1 - Complexo de Johnny Bravo
Mesmo sem licença poética, tomo liberdade para falar sobre o comportamento de auto-idolatria e nomeá-lo nesse artigo de: Complexo de Johnny Bravo, o famoso personagem dos quadrinhos que adorava falar das suas qualidades.
Com esse tema polêmico, começo uma nova série aqui no Rei da Mídia sobre Branding, é o Construindo sua Marca, que dará dicas para construção de marca, fazendo análise de como o mercado vem se portando e descobrindo quais são os rumos mais indicados para alicerçar a comunicação dos anunciantes brasileiros.
Devidamente explicado, abaixo segue a primeira análise. Espero que gostem.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
De Universitário para Universitário - Como conseguir o primeiro emprego?
Esse, com certeza, é o tema que mais tira o sono de todos os universitários: o primeiro emprego.
O primeiro emprego representa muita coisa na vida de uma pessoa. Se trata da primeira oportunidade de mostrar que temos algum talento. Representa também o início da autonomia de uma pessoa, o primeiro salário, o desafio, responsabilidade e que você não quer ser mais um trintão que ainda mora com a mãe.
Olhando de uma forma mais objetiva, o primeiro emprego é o símbolo que representa a inexperiência versus a vontade de trabalhar.
Mas, como convencer o empregador que você tem capacidade de trabalhar na empresa dele? E, mais do que isso. Como mostrar que você pode fazer a diferença?
A resposta está na própria pergunta: Fazer a diferença!
Muitos se queixam que não tem oportunidades, que o mercado está muito concorrido, que isso e aquilo, mas o fato é que poucos tentam entender como o jogo funciona antes de querer entrar nele.
Antes de sair para procurar um emprego, tenha metas e obtenha algumas respostas. Você deve estar pronto para entrar no mercado de trabalho. Ter vontade não é o suficiente.
Como falei acima, você deve saber como o jogo funciona. Ou seja, antes de ir a uma entrevista de emprego, conheça o mercado e saiba como ele funciona e o que ele espera de um profissional da área. Depois de conhecer o mercado, conheça a você mesmo.
Se conhecer e saber das suas potencialidades e fraquezas o deixa muito na frente de outro profissional. Ao se conhecer, você descobrirá o que ainda deixa a desejar e os seus pontos fortes. A partir disso poderá buscar conhecimento e se aprimorar.
Trabalhe nos pontos que são requisitos para o mercado em questão. Mas, além disso, desenvolva um que ninguém tenha e que seja visto com bons olhos, esse é o seu diferencial. É o que fará você conseguir o tão sonhado primeiro emprego.
Se você não se conhecer e não souber o que tem de melhor e qual é o seu diferencial, o que te leva a pensar que a pessoa que vai conversar 40 min com você vai descobrir?
No mercado de trabalho, tudo é muito competitivo e você deve se preparar da melhor forma.
Na publicidade, antes de vendermos um produto, temos que conhecer bem e estarmos dispostos a comprá-lo. E, como falei em um post passado, você é o primeiro produto a ser vendido.
Se você já conhece as suas potencialidades e fraquezas e sabe como funciona o mercado e o que ele deseja, é uma questão de saber como demonstrar que está preparado e que tem um diferencial. Nem sempre você vai encontrar uma pessoa de visão para te entrevistar, então seja objetivo e saiba como vender o seu trabalho.
Depois disso, corra atrás e boa sorte!
Se você faz publicidade e quer saber como mostrar o diferencial nessa área, leia esse post com 5 dicas para crescer na publicidade.
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